Não! Não a atual série semanal da DC... Apenas estou a poucos dias da viagem.
Não tenho escrito muito. As coisas apertaram no LTI. Só agora no final. Isso indica que provavelmente não vou escrever muito do Japão... espero estar errado.
Que merda de post-diarinho... ¬¬'
#Checklist:
-Passaporte com visto: OK
-Passagem: OK (parece)
-Contatos japoneses: OK
-Apagar arquivos do celular: quase OK
-Malas: OK, estou deixando
-Bagagem: Mais ou menos carregado e mais ou menos a caminho
-Fichas que já caíram: ZERO
-Medo de terremoto e acidente aéreo: ZERO (quase isso)
-Receios diversos: Bastante variados
-Backup dos meus arquivos: no início...
.
.
.
É. Ainda há muito o que fazer...
Que irresponsável.
Que merda de post-diarinho... ¬¬' (2)
STARDATE:-316649.29
sábado, 25 de agosto de 2007
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Gmailmania
É impressão minha ou agora meu e-mail do iG também é baseado no Gmail? A Google conquista o mundo bem rápido.
Agora já era: já tinha feito um mais sério e personalizado Gmail-based.
Com o iG, são três Gmails meus, o que é preocupante pra mim, já que a Google anda sendo muito acusada de falhas quanto a privacidade dos usuários.
De um jeito ou de outro, o mundo já é deles...
STARDATE:-316607.2
Agora já era: já tinha feito um mais sério e personalizado Gmail-based.
Com o iG, são três Gmails meus, o que é preocupante pra mim, já que a Google anda sendo muito acusada de falhas quanto a privacidade dos usuários.
De um jeito ou de outro, o mundo já é deles...
STARDATE:-316607.2
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Formatura
Você talvez não saiba, mas eu fui orador da minha turma na formatura ao final do ensino médio.
Uma honra? Não, esse não é o ponto. O ponto também não é tirar onda. E eu também não estava lá por ser uma espécie de Diana Court. Estava lá por que achava que minha turma devia ser representada por alguém que estava nela desde o começo. E ninguém em tal situação se manifestou. Pra evitar que o discurso caisse em mãos erradas, fui lá eu, e falei o que achava que eles queriam ouvir - não sem antes pintar o cabelo (e as sobrancelhas) de um verde bizarro, chamativo e brilhante que, por trás das minhas palavras hipócritas e sinceramente disfarçadas, gritava um alto e sonoro "fuck!" acompanhado de gargalhadas sinistras.
O que narro a seguir é não o que fiz naquele dia, mas o que deveria ter feito.
Manhã. Vou apanhar meu traje. Antes de sair de casa, checo a tinta verde. No caminho de volta, confirmo o horário com a maqueadora. Checo meu discurso, mesmo sabendo que não o usarei, fazendo isso na frente de outras pessoas, para que elas possam perceber minha 'preocupação'.
Tarde. Tomo banho. Visto o terno. Roxo. Por baixo uma camisa verde e uma gravata borboleta, de lei. Protejo meu traje enquanto aplico a tinta verde ao cabelo. Verde limão, chamativo e grotesco. Como algo que não é saudável, algo contaminado. Quão amarelos meus dentes estão? Não importa. Estarão amarelos o suficiente quando entrar o toque final. A maqueadora torna meu rosto pálido o mais que pode, disfarça minha aparência de forma que meus olhos cresçam. E me dá um belo sorriso de lábios escarlates, quase de orelha a orelha. Eu disse que os dentes estariam amarelos o suficiente.
Noite. Teatro central da cidade, onde o circo é armado. Adolescentes de terninho ou longo, dependendo da prefêrencia. E também não são todos. Alguns ainda parecem normais. O cara de cabelo verde chama atenção - não chamaria? O terno roxo nem era necessário - mas um personagem é um personagem: sejamos fiéis ao original!
No local do 'espetáculo', me assento numa das primeiras fileiras, à esquerda, junto com o resto dos formandos e espero a hora. Quando anunciam meu nome pra fazer a 'oração', envio uma mensagem pré-digitada de meu celular. Eu tenho dois minutos no palco. Eis o discurso que segue, logo depois que rasgo o original bem na frente do 'público':
"Não preciso disso", me referindo ao discurso recém-rasgado. "É o seguinte, algumas pessoas me perguntaram do porquê do visual homenageando o Coringa, e na hora, não pude responder. O motivo é que eu queria fazer uma piada. Vocês todos têm feito uma grande piada no mundo, não tem? Suas vidas e as vidas dos outros, e tudo que fazem são piadas com elas. Pois bem, hoje é o dia em que eu faço uma das grandes!"
Nesse momento, as pessoas houvem o que se parece com dez fuzis sendo armados nos camarotes sobre e em volta deles - e são dez fuzis. Dez homens vestidos de palhaços os apontam pro pessoal lá em baixo. Alguns se desesperam, mas são acalmados pelos outros. Ninguém entende nada. Meus colegas são os mais perdidos, e os mais medrosos. Eu apenas digo "Atirem" e o som alto de tiros faz com que todos se abaixem e gritem desesperados.
Os dez palhaços tiram as máscaras, largam os fuzis e saem por onde quer que tenham entrado. Eu olho pro público que demora a entender o que aconteceu, menos do que demora pra ter coragem de se levantar de baixo dos bancos do teatro.
Quando os dez ex-palhaços, já vestidos normalmente, pessoas que eu conhecia de diversos lugares e até mesmo do colégio, entram pelas portas do fundo do teatro, todos olham curiosos pros dez jovens que sorriem. Eles olham pra mim. Os convidados da formatura, de trás de cada cadeira, olham pra mim assustados e sem entender. É ai que eu grito:
"YOU GOT PUNK'D!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!"
Eles ainda demoram meia-hora até alguém tomar coragem e ir checar os camarotes e encontrar as máscaras, os fuzis de brinquedo e os dez aparelhos de som portáteis...
STARDATE:-666.††
Uma honra? Não, esse não é o ponto. O ponto também não é tirar onda. E eu também não estava lá por ser uma espécie de Diana Court. Estava lá por que achava que minha turma devia ser representada por alguém que estava nela desde o começo. E ninguém em tal situação se manifestou. Pra evitar que o discurso caisse em mãos erradas, fui lá eu, e falei o que achava que eles queriam ouvir - não sem antes pintar o cabelo (e as sobrancelhas) de um verde bizarro, chamativo e brilhante que, por trás das minhas palavras hipócritas e sinceramente disfarçadas, gritava um alto e sonoro "fuck!" acompanhado de gargalhadas sinistras.
O que narro a seguir é não o que fiz naquele dia, mas o que deveria ter feito.
Dia de formatura
Manhã. Vou apanhar meu traje. Antes de sair de casa, checo a tinta verde. No caminho de volta, confirmo o horário com a maqueadora. Checo meu discurso, mesmo sabendo que não o usarei, fazendo isso na frente de outras pessoas, para que elas possam perceber minha 'preocupação'.
Tarde. Tomo banho. Visto o terno. Roxo. Por baixo uma camisa verde e uma gravata borboleta, de lei. Protejo meu traje enquanto aplico a tinta verde ao cabelo. Verde limão, chamativo e grotesco. Como algo que não é saudável, algo contaminado. Quão amarelos meus dentes estão? Não importa. Estarão amarelos o suficiente quando entrar o toque final. A maqueadora torna meu rosto pálido o mais que pode, disfarça minha aparência de forma que meus olhos cresçam. E me dá um belo sorriso de lábios escarlates, quase de orelha a orelha. Eu disse que os dentes estariam amarelos o suficiente.
Noite. Teatro central da cidade, onde o circo é armado. Adolescentes de terninho ou longo, dependendo da prefêrencia. E também não são todos. Alguns ainda parecem normais. O cara de cabelo verde chama atenção - não chamaria? O terno roxo nem era necessário - mas um personagem é um personagem: sejamos fiéis ao original!
No local do 'espetáculo', me assento numa das primeiras fileiras, à esquerda, junto com o resto dos formandos e espero a hora. Quando anunciam meu nome pra fazer a 'oração', envio uma mensagem pré-digitada de meu celular. Eu tenho dois minutos no palco. Eis o discurso que segue, logo depois que rasgo o original bem na frente do 'público':
"Não preciso disso", me referindo ao discurso recém-rasgado. "É o seguinte, algumas pessoas me perguntaram do porquê do visual homenageando o Coringa, e na hora, não pude responder. O motivo é que eu queria fazer uma piada. Vocês todos têm feito uma grande piada no mundo, não tem? Suas vidas e as vidas dos outros, e tudo que fazem são piadas com elas. Pois bem, hoje é o dia em que eu faço uma das grandes!"
Nesse momento, as pessoas houvem o que se parece com dez fuzis sendo armados nos camarotes sobre e em volta deles - e são dez fuzis. Dez homens vestidos de palhaços os apontam pro pessoal lá em baixo. Alguns se desesperam, mas são acalmados pelos outros. Ninguém entende nada. Meus colegas são os mais perdidos, e os mais medrosos. Eu apenas digo "Atirem" e o som alto de tiros faz com que todos se abaixem e gritem desesperados.
Os dez palhaços tiram as máscaras, largam os fuzis e saem por onde quer que tenham entrado. Eu olho pro público que demora a entender o que aconteceu, menos do que demora pra ter coragem de se levantar de baixo dos bancos do teatro.
Quando os dez ex-palhaços, já vestidos normalmente, pessoas que eu conhecia de diversos lugares e até mesmo do colégio, entram pelas portas do fundo do teatro, todos olham curiosos pros dez jovens que sorriem. Eles olham pra mim. Os convidados da formatura, de trás de cada cadeira, olham pra mim assustados e sem entender. É ai que eu grito:
"YOU GOT PUNK'D!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!"
Eles ainda demoram meia-hora até alguém tomar coragem e ir checar os camarotes e encontrar as máscaras, os fuzis de brinquedo e os dez aparelhos de som portáteis...
STARDATE:-666.††
+ "este blog não gosta de..."
Animado por um pernambucano, decidi incluir mais um estado na lista e também explicar um pouco da minha aversão a tais unidades da federação.
Acre
Este estado simplesmente não existe. Tudo sobre ele foi criado por uma conspiração. Quer motivo melhor pra não gostar? Além disso, os supostos acreanos tem o péssimo hábito repetir, sempre que possível, que o Acre foi o único estado que lutou pra ser do Brasil! Se o Acre existisse eles poderiam até se orgulhar de ter sido bem-sucedidos em fazer exatamente o contrário do que o Rio Grande do Sul tentou e São Paulo tenta até hoje: se livrar do resto do país!
Bom pro Uruguai, que caiu fora antes que a coisa começasse pra valer...
Bahia
Raul Seixas que me desculpe, mas... Não tem como gostar. Vai lá ver eles até tem uns intelectuais que já foram alguma coisa, tradições afro-americanas e casarões. Mas só. Não é toa que o Raulzito caiu fora assim que pode. Não quero citar tudo que tem de ruim lá - todo mundo conhece, todo mundo sabe -, até cidade com nome de filho de corrupto tem!
E hoje em dia, na "menos pior" das hipóteses, nasce uma Pitty...
Paraná
Nenhuma outra população no país se acha tanto quanto os paranaenses. Por mais chato ou desleal que um paranaense possa ser... bem... eles não conhecem limites! Converse durante cinco minutos sobre qualquer assunto com um deles e o assunto sempre cai sobre a maravilhosa cidade de Curitiba (e realmente, é uma cidade para se orgulhar - mas eles exageram) ou o alegado fato de que o Paraná agora é "o carro-forte do país, economicamente! São Paulo já era!". Se você for esperto, desvie logo o assunto pro Beto Carrero, e quando seu interlocutor começar a se empolgar com o "maior parque multitemático da américa latina!", apenas diga: "nunca fui", vire as costas e saia andando.
Pará
Ah! O Pará!! Lar de Robgol!! Lar de Joelma, Chibinha e sua idolatrada "banda" Calypso!!! Pois é, preciso dizer mais? A única coisa realmente interessante no enorme estado sem lei são os búfalos da Ilha de Marajó...
Pernambuco
Já pedi desculpas a Raul Seixas, agora peço a Chico Science e ao manguebeat. Este estado talvez nem merecesse estar aqui. Só entrou na minha listinha por dois motivos:
1-O mesmo tipo de orgulho besta que os acreanos tem por ter lutado pra fazer parte do Brasil, os paraíbas de Pernambuco (também conhecidos como pernambucanos), têm por ter lutado contra o domínio holandês (ou seja, a região perdeu a chance de talvez, apenas talvez, ser desenvolvida ou, no mínimo, uma "Guiana Francesa", que vive as custas da metrópole européia) e por, depois, arrependidos de terem enxotado os adoradores-de-tulipa de volta pra casa, ter se rebelado contra o domínio português e imperial, que os tratava bem pior que os holandeses, diversas vezes - e este orgulho se mantem mesmo eles sabendo que perderam todas. E isto é chato e besta.
2-Copa União, 1987. E eu nem gosto de futebol.
STARDATE:-316582.91
UPDATE: Brincadeiras a parte, tirei os estados da listinha... O post fica de recordação.
Acre
Este estado simplesmente não existe. Tudo sobre ele foi criado por uma conspiração. Quer motivo melhor pra não gostar? Além disso, os supostos acreanos tem o péssimo hábito repetir, sempre que possível, que o Acre foi o único estado que lutou pra ser do Brasil! Se o Acre existisse eles poderiam até se orgulhar de ter sido bem-sucedidos em fazer exatamente o contrário do que o Rio Grande do Sul tentou e São Paulo tenta até hoje: se livrar do resto do país!
Bom pro Uruguai, que caiu fora antes que a coisa começasse pra valer...
Bahia
Raul Seixas que me desculpe, mas... Não tem como gostar. Vai lá ver eles até tem uns intelectuais que já foram alguma coisa, tradições afro-americanas e casarões. Mas só. Não é toa que o Raulzito caiu fora assim que pode. Não quero citar tudo que tem de ruim lá - todo mundo conhece, todo mundo sabe -, até cidade com nome de filho de corrupto tem!
E hoje em dia, na "menos pior" das hipóteses, nasce uma Pitty...
Paraná
Nenhuma outra população no país se acha tanto quanto os paranaenses. Por mais chato ou desleal que um paranaense possa ser... bem... eles não conhecem limites! Converse durante cinco minutos sobre qualquer assunto com um deles e o assunto sempre cai sobre a maravilhosa cidade de Curitiba (e realmente, é uma cidade para se orgulhar - mas eles exageram) ou o alegado fato de que o Paraná agora é "o carro-forte do país, economicamente! São Paulo já era!". Se você for esperto, desvie logo o assunto pro Beto Carrero, e quando seu interlocutor começar a se empolgar com o "maior parque multitemático da américa latina!", apenas diga: "nunca fui", vire as costas e saia andando.
Pará
Ah! O Pará!! Lar de Robgol!! Lar de Joelma, Chibinha e sua idolatrada "banda" Calypso!!! Pois é, preciso dizer mais? A única coisa realmente interessante no enorme estado sem lei são os búfalos da Ilha de Marajó...
Pernambuco
Já pedi desculpas a Raul Seixas, agora peço a Chico Science e ao manguebeat. Este estado talvez nem merecesse estar aqui. Só entrou na minha listinha por dois motivos:
1-O mesmo tipo de orgulho besta que os acreanos tem por ter lutado pra fazer parte do Brasil, os paraíbas de Pernambuco (também conhecidos como pernambucanos), têm por ter lutado contra o domínio holandês (ou seja, a região perdeu a chance de talvez, apenas talvez, ser desenvolvida ou, no mínimo, uma "Guiana Francesa", que vive as custas da metrópole européia) e por, depois, arrependidos de terem enxotado os adoradores-de-tulipa de volta pra casa, ter se rebelado contra o domínio português e imperial, que os tratava bem pior que os holandeses, diversas vezes - e este orgulho se mantem mesmo eles sabendo que perderam todas. E isto é chato e besta.
2-Copa União, 1987. E eu nem gosto de futebol.
STARDATE:-316582.91
UPDATE: Brincadeiras a parte, tirei os estados da listinha... O post fica de recordação.
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